O Coletivo

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André Gravatá é um esticador de horizontes, em busca de novos e empáticos olhares sobre o que está à nossa frente. É jornalista por formação, já colaborou para diversas revistas, como Superinteressante, Vida Simples e Piauí. Não hesita em fazer “ações em campo” quando está explorando um novo assunto, como quando foi para a Avenida Paulista, em São Paulo, segurando um cartaz que dizia: “Você pensa que a educação no Brasil precisa de transformações?”
Depois de se formar, queria continuar estudando e decidiu fazer um “doutorado informal”. Para isso conseguiu o apoio de educadores, pensadores e artistas escolhidos a dedo que o apoiaram na decisão e o acompanham ao longo da experiência.
Organizou um TEDx sobre “Microrrevoluções” e em 2012 conseguiu um patrocínio do TED para ir ao Qatar em um encontro do qual participaram 800 TEDxers do mundo todo. Seu envolvimento com educação começou quando, ainda adolescente, se questionou se as escolas pelas quais passou – seis escolas públicas diferentes, no total – poderiam ser transformadas, se seria possível que a precariedade desse lugar à abundância. Dedicado à escrita do livro “Volta ao mundo em 13 escolas”, André têm cada vez mais esperança sobre os rumos da educação, acredita que uma revolução silenciosa – e feita de sonhos colocados em prática – está em curso.

Camila Piza formou-se em psicologia e saiu da faculdade com vontade de aprender um pouco mais sobre o processo criativo. Trabalhou com pesquisa de tendências comportamentais, branding e inovação, e sem querer, deparou-se com a mediação de conflito, área em que se especializou, encontrou novas ferramentas de trabalho e touxe inspiração para que ela continuasse a mesclar as áreas de comunicação e o diálogo, com criatividade e seu interesse por escutar histórias de vida. O tema da educação cresceu em sua vida nos últimos três anos, quando começou a trabalhar com projetos na área e resgatou uma antiga vontade de ser professora.
Aprendeu que educação, vida e autoconhecimento andam lado a lado, e viu que a escola é só uma pequena parte da educação. Busca uma aprendizagem que proporcione mais crítica, criatividade e consistência, apoximando as pessoas de seus verdadeiros talentos. Espera que este livro abra muitas portas e janelas para aqueles que buscam por uma educação com sentido e uma aprendizagem com significado.

Carla Mayumi acha difícil se definir. Empreendedora, mãe, ativista de tricô, amante de tecnologia. Seu propósito de vida começou a se delinear depois que participou do projeto “Sonho Brasileiro” – um estudo sobre a juventude brasileira e sua visão sobre o país e o futuro –, junto à empresa de pesquisa da qual é sócia.
A educação sempre foi um tema que a instigou, e as conversas mais interessantes que teve com seu filho mais velho, de 19 anos, sempre foram sobre como a maior parte das coisas que ela aprendera não foram absorvidas na escola. Outra fonte de inspiração é sua filha mais nova, de 4 anos.
Instigada pelos filhos e pelas pesquisas que realiza, decidiu que era hora de também fazer sua pequena microrrevolução: fazer parte deste projeto e engajar-se com o tema da educação. Suas experiências foram diversas: seu segundo emprego foi como professora de inglês para crianças e, depois de passar por diferentes “carreiras”, o que ela tem aprendido a fazer, nos últimos anos, é investigar novos comportamentos e buscar insights. Por nunca se formar na universidade, Carla não imaginou que levaria isso tão bem como leva hoje, e fica muito feliz ao se dar conta de quanta coisa é possível aprender fazendo, com as mãos na massa.

Eduardo Shimahara, conhecido como “Shima”, é brasileiro, neto de japoneses que vieram ao Brasil plantar café e alemães que imigraram para fazer projetos de pesquisa em biologia. É pai da Zoe, de 5 anos, uma pequena garota com cabelos claros e olhos levemente puxados, apaixonada por minhocas e outros bichos do jardim.
Se “deformou” engenheiro mecânico em 1995, seguindo carreira em indústria automobilística dentro e fora do Brasil por 10 anos. Mudou de área, entrou no ramo da educação superior privada. Depois de 36 anos finalmente descobriu que sua missão de vida incluía dois temas absolutamente apaixonantes: educação e  desenvolvimento sustentável. Atualmente é aluno de mestrado em Desenvolvimento Sustentável no Sustainability Institute, na África do Sul.
Gosta de surfar, mergulhar, cozinhar,viajar com a familia, tocar didgeridoo e estar entre pessoas que  perseguem seus sonhos. Neste projeto busca encontrar uma educação que acima de tudo torne as pessoas mais felizes e melhores versões delas mesmas. Acredita que este livro deve ser compartilhado livremente para qualquer pessoa do planeta.

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